Posts tagged Tecnologia

Chamada para Instrutor CITi – Java Web

Pré-requisitos:
  • Domínio da tecnologia JSF
  • Ótima didática.

Estimativa de duração:

  • 40h

Auxílio Financeiro:

  • R$ 20,00/h

Descrição:

  • O projeto consiste na realização de um curso In Company para integrantes do NTI da UFPE.

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Pesquisa Jornada de Cursos

Escolha os cursos da XV Jornada de Cursos – CITi

O CITi está realizando uma pesquisa com todos os interessados, perguntando quais cursos eles gostariam de obter na XV edição da Jornada de Cursos.

Nessa edição, além dos tradicionais cursos de programação oferecidos, estão sendo cotados cursos de administração, gerenciamento e design.

Ajude-nos com essa pesquisa e faça com que o CITi ofereça os melhores cursos para você.

Para responder à pesquisa bastar clicar no link: http://bit.ly/9YtUUN

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Numerati – “Eles já conhecem você”

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Quem acessa a internet, usa cartão de crédito, assina tv a cabo, utiliza celulares (entre outras coisas) deixa, todos os dias, uma séria de pistas e informações sobre nosso hábitos, ações, comportamento e costumes. Entretanto, quem coleta estes dados? Quem os examina? E o que estão fazendo com eles?

São estas as informações que o jornalista Stephen Baker explora no livro “Numerati”.

Segundo o autor, membros de uma elite da ciência da computação da matemática, conhecidos como Numerati, estão descobrindo meios de dissecar cada ação nossa e prever, de maneira precisa, nosso próximo passo.

Qual o objetivo dos Numeratis?
Montar uma base de dados através das ações das pessoas, lazer, rotinas de trabalho e tudo que porventura forneça algum subsídio que possa ser armazenado e analisado por computadores e matemáticos.

Onde e quem usará esses dados?
Profissionais de marketing  e do comércio ou instituições podem usar esses dados para tornar as suas atividades mais eficazes. Armazenando, cruzando e analisando essas informações políticos podem direcionar suas campanhas, assim como empresas atingirão um outro nível no monitoramento de seus funcionários.

– Leia a entrevista do autor para a Revista Época. Link

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Como criar novas idéias?

“Padrões para introduzir novas idéias na Indústria de Software”

Defesa de dissertação de mestrado em Ciência da Computação (IME-USP).

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Falhar também é importante!

failure post

Executivos e empreendedores costumam dizer que falhar não é uma opção. Afinal, sem erros os negócios se tornam mais produtivos e lucrativos. Será mesmo? Beth Zimmerman, fundadora e presidente daCerebellas LLC, uma consultoria estratégica que ajuda negócios a encontrar, desenvolver e explorar novas oportunidades, discorda dessa afirmação. Em artigo escrito para o site WomanEntrepreneur, Beth afirma que está na hora de reconhecer que falhar também pode ser produtivo e necessário. Ela cita, inclusive, uma frase do economista da Carnegie Mellon University Allan Meltzer: “capitalismo sem falha é como religião sem pecado”.

Para evitar uma grande falha – como a falência – é preciso cometer pequenas falhas ao longo do caminho. “Pense nos erros como uma oportunidade de corrigir o curso das coisas e repensar a estratégia do negócio”, recomenda Beth. Para exemplificar, a consultora dá alguns passos que vão lhe ajudar a parar de se preocupar tanto com as falhas e aprender com elas.

1) Aceite que falhar é inevitável: Todo negócio vai enfrentar obstáculos, ir por caminhos errados e desastres absolutos. Pare de pensar que isso nunca vai acontecer na sua empresa.

2) Mantenha seus olhos na recompensa: Você tem mais chance de superar um lapso se a sua visão de longo prazo e suas metas estão claras. Isso significa dedicar um tempo todo mês para rever o progresso dos negócios e sua estratégia. Tenha uma visão de longo prazo e não coloque apenas os problemas imediatos em perspectiva. Isso fará com que você e sua equipe tenham as ferramentas certas para deixar a empresa longe da bagunça.

3) Aprenda algo: Falhar pode ser chamado de “o momento de aprender”. Detalhe o problema com isenção e faça as mudanças necessárias para minimizar a chance de que ele ocorra novamente.

4) Deixe o erro acontecer: Nem tudo pode ser consertado ou tem um custo para ser consertado que valha a pena, seja em recursos financeiros, humanos ou de tempo. Ter isso em mente é fundamental. Às vezes é melhor deixar a falha ocorrer.

5) Dê aos funcionários permissão para errar: Isso não é uma passe livre para diminuir o ritmo ou fazer trapalhadas. É apenas o reconhecimento de que falhas vão acontecer e se elas forem administradas apropriadamente podem ser um poderoso e esclarecedor evento. Determine a sua tolerância ao risco e comunique à equipe o que é e o que não é aceitável. Algumas companhias determinam que uma porcentagem de seus esforços e orçamento não renderão lucro, mas elas entendem que isso é necessário para que a inovação ocorra. Funcionários que têm medo de errar também têm medo de expor novas ideias e tentar coisas novas

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Computadores cada vez mais velozes

“O novo “transístor-Bolt” tem uma velocidade de chaveamento de 108 GHz. O recorde anterior era de 28 GHz.”

Logo mais vocês terão à sua disposição computadores extremamente mais velozes do que os atuais. Empreendedores, comecem a pensar desde agora em como aproveitar essa oportunidade!

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=novo-transistor-tritura-recorde-mundial-velocidade&id=010110090911

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Segurança: 51% dos executivos têm medo da computação em nuvens

Thomas Wailgum, da CIO/EUA

Em 2009, número dos que se preocupam com a segurança das informações armazenadas nas nuvens cresceu seis pontos percentuais.

Estudo realizado pela CIO (EUA) aponta que os decisores da área de tecnologia das organizações estão mais preocupados em entender os benefícios e os problemas de segurança ligados ao chamado modelo de computação em nuvens (cloud computing).  

O levantamento, realizado com 240 decisores de TI ao longo do mês de junho de 2009, mostra que as dúvidas dos executivos em relação às questões de segurança, gestão de dados, retorno sobre investimento e legislação cresceram em comparação com a mesma pesquisa feita em agosto de 2008.

No atual estudo, 51% dos entrevistados disseram que estão preocupados com os problemas de segurança que podem ser gerados pela adoção da computação em nuvem. No levantamento realizado no último ano, esse índice era de 45%. Da mesma forma, a questão de perder o controle sobre os dados foi citada como um ponto negativo para 37% dos executivos que responderam à atual pesquisa, contra 26% em 2008.

Por fim, a preocupação sobre o cálculo do ROI (retorno sobre investimento) e do custo total de propriedade foi citada por 17% dos profissionais ouvidos no estudo recente – contra 11% no último ano.

Fonte: PCWORLD

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