Archive for Tecnologia

“Ruby on Rails” – XV Jornada de Cursos

Com o objetivo de tirar dúvidas e motivar a utilização de cada curso que estamos promovendo, começa hoje a Semana Especial da Jornada  de Cursos CITi. Confiram hoje o nosso primeiro post: o curso de Ruby on Rails.

O que é o Ruby on Rails?

Ruby on Rails é um meta-framework, ou seja, é a junção de cinco frameworks escrito na linguagem de programação Ruby. Além de ser gratuito e de código aberto ele promete revolucionar o mundo de desenvolvimento web, principalmente sites  voltados a banco de dados(database-driven web sites). Visa a facilidade de criação e diminuição do tempo de desenvolvimento, aumentando assim a produtividade e eficiência. Para isso o RoR(Ruby on Rails) segue dois conceitos o DRY (Don´t Repeat Yourself, Não se repita) e Convention over Configuration(Convenção sobre a Configuração) .

O DRY é o conceito por trás da técnica de definir nomes, propriedades e códigos em somente um lugar e reaproveitar essas informações em outros. Já o Convention over Configuration, como o próprio nome diz, estabelece valores padrão onde exite uma convenção. O progamador pode sobrescrever esses padrões se assim preferir. Em geral esse conceito facilita o entendimento e a manutenção desses sites.

Aqui você pode ter maiores informações sobre os 5 frameworks.

Quem usa o Ruby on Rails?

Apesar de ser uma linguagem muito nova no mercado e lançada pela primeira vez em julho de 2004 por David Heinemeier Hansson. Ela está entre as linguagens que mais crescem atualmente. Dezenas de centenas de aplicações Rails já estão rodando em todo o mundo. Pessoas estão utilizando o Rails em diversas situações, desde pequena operações pequenas até gigantes corporações. Nada mais nada menos que o Twitter utiliza essa linguagem, veja apenas algumas aplicações no mercado.

Aplicações Brasileiras:

BlogBlogs: Indexação, ranking e busca de blogs brasileiros.

Pagestacker: Sua memória na Internet.

Mailee: Finalmente, email marketing 2.0.

Treina Tom: Transmissão de eventos on-line.

Aplicações Estrangeiras:

Twitter: Fique conectado com seus amigos.

Basecamp: Gerenciamento de projetos.

Campfire: Salas de reunião para negócios.

Kongregate: O “YouTube dos games”.

SlideShare: Compartilhe apresentações PPT.

Depoimentos sobre Ruby on Rails

“Antes do Ruby on Rails, programação web necessitava de muitos passos e tempo. Agora, web designers e engenheiros de software podem desenvolver um website de maneira mais rápida e simples, permitindo que eles sejam mais produtivos e efetivos em seu trabalho”
-Bruce Perens, criador do termo “open source”

“O que diferencia este framework de todos os outros é a preferência por convenção ao invés de configuração para tornar as aplicações mais fáceis de desenvolver e compreender.”
-Sam Ruby, funcionário da IBM e diretor da Apache Software Foundation

“Ruby on Rails é incrível por estar diminuindo as barreiras para entrar no mundo da programação. Aplicações web poderosas que geralmente demoram semanas ou meses para serem desenvolvidas agora necessitam somente de uma questão de dias.”
-Tim O’Reilly, fundador da O’Reilly

“Rails é o framework de desenvolvimento web mais bem bolado que eu já utilizei. E já faz mais de uma década que faço aplicações web para sobreviver. Eu construí meus próprios frameworks, ajudei a desenvolver a API Servlet, e criei muito mais que alguns poucos servidores web. Ninguém fez nada como o Rails antes.”
-James Duncan Davidson, criador do Tomcat e do Ant.

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Steve Jobs explica razões para não usar Flash em iPhone e iPad

Fonte: G1

Em carta aberta publicada no site da Apple nesta quinta-feira (29), Steve Jobs listou algumas das razões para não utilizar o Adobe Flash em aparelhos como o iPad ou iPhone.

O documento, intitulado “Toughts on Flash” (“Pensamentos sobre o Flash”) começa reconhecendo a “longa relação” entre as companhias. “Nós conhecemos os fundadores da Adobe quando eles ainda estavam em sua garagem. A Apple foi seu primeiro grande cliente, adotando sua linguagem Postcript em nossas então novas impressoras Laserwriter. A Apple investiu na Adobe e possuiu cerca de 20% da companhia por muitos anos”, escreveu Jobs.

Ele diz ainda que atualmente as companhias ainda trabalham juntas para servir seus clientes com interesses comuns – usuários de Mac compram cerca de metade dos produtos do Adobe Creative Suite, segundo Jobs.

Em seguida, vêm as críticas. O primeiro ponto listado é o fato de os produtos Adobe Flash serem 100% proprietários. “Nós realmente acreditamos que todos os padrões pertencentes à web deveriam ser abertos. Em vez de usar Flash, a Apple adotou o HTML5, CSS e JavaScript – todos padrões abertos”, afirmou Jobs.

Outro ponto destacado pelo líder da Apple é a segurança: “Recentemente, a Symantec destacou o Flash por possuir um dos piores recordes de segurança em 2009. Nós também sabemos em que o Flash é a razão número um para crash nos Macs”.

Jobs diz ainda que o Flash foi desenvolvido para computadores que usam mouse, não para telas sensíveis ao toque. “A maioria dos sites Flash precisará ser reescrita para suportar aparelhos baseados em tecnologia touch. Se os desenvolvedores precisam reescrever seus sites Flash, por que não usar tecnologias modernas como HTML5, CSS e JavaScript?”, questionou.

Ao final da carta, ele afirma que a era móvel é para aparelhos que consomem menos energia, interfaces de toque e padrões abertos de internet, “áreas em que o Flash é pequeno”. “A avalanche de aplicativos para aparelhos móveis da Apple demonstra que o Flash não é mais necessário para assistir a vídeos ou consumir qualquer tipo de conteúdo para web. Novos padrões abertos criados na era móvel, como o HTML5, irão triunfar em aparelhos móveis (e PCs também)”, resumiu Jobs.

Shantanu Narayen responde críticas

Em entrevista ao jornal “The Wall Street Journal”, o CEO da Adobe, Shantanu Narayen, respondeu as críticas feitas por Jobs. Ele riu da ideia de o Flash ser considerado fechado. “Flash é uma especificação aberta”, disse.

Em resposta à “razão mais importante” de Jobs, o desejo da Apple de não ter nenhum intermediário entre seus desenvolvedores e o iPhone, iPod Touch e iPad, Narayan apontou para 100 aplicativos já criados em Flash e aprovados para a App Store. No entanto, não comentou o ponto de Jobs, de que embora seja mais fácil para desenvolvedores, ele criaria uma barreira no sentido da implementação de integração entre plataformas.

Para Narayen, a carta aberta de Jobs foi apenas uma “cortina de fumaça”. As restrições da Apple não teriam “nada a ver com tecnologia”.

Artigo completo: www.apple.com

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Como criar novas idéias?

“Padrões para introduzir novas idéias na Indústria de Software”

Defesa de dissertação de mestrado em Ciência da Computação (IME-USP).

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Computadores cada vez mais velozes

“O novo “transístor-Bolt” tem uma velocidade de chaveamento de 108 GHz. O recorde anterior era de 28 GHz.”

Logo mais vocês terão à sua disposição computadores extremamente mais velozes do que os atuais. Empreendedores, comecem a pensar desde agora em como aproveitar essa oportunidade!

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=novo-transistor-tritura-recorde-mundial-velocidade&id=010110090911

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Segurança: 51% dos executivos têm medo da computação em nuvens

Thomas Wailgum, da CIO/EUA

Em 2009, número dos que se preocupam com a segurança das informações armazenadas nas nuvens cresceu seis pontos percentuais.

Estudo realizado pela CIO (EUA) aponta que os decisores da área de tecnologia das organizações estão mais preocupados em entender os benefícios e os problemas de segurança ligados ao chamado modelo de computação em nuvens (cloud computing).  

O levantamento, realizado com 240 decisores de TI ao longo do mês de junho de 2009, mostra que as dúvidas dos executivos em relação às questões de segurança, gestão de dados, retorno sobre investimento e legislação cresceram em comparação com a mesma pesquisa feita em agosto de 2008.

No atual estudo, 51% dos entrevistados disseram que estão preocupados com os problemas de segurança que podem ser gerados pela adoção da computação em nuvem. No levantamento realizado no último ano, esse índice era de 45%. Da mesma forma, a questão de perder o controle sobre os dados foi citada como um ponto negativo para 37% dos executivos que responderam à atual pesquisa, contra 26% em 2008.

Por fim, a preocupação sobre o cálculo do ROI (retorno sobre investimento) e do custo total de propriedade foi citada por 17% dos profissionais ouvidos no estudo recente – contra 11% no último ano.

Fonte: PCWORLD

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Internet pela Rede Elétrica

As empresas de energia já estão liberadas – com a devida regulação – para oferecerem internet pela tomada.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira (25) a regulamentação para utilização da estrutura de energia elétrica para transmissão de dados.
As empresas de energia, porém, não poderão oferecer diretamente o serviço de internet. Terão duas opções: ou alugam a rede elétrica às operadoras de telecomunicações, ou criam subsidiárias para prestar o serviço.
Por isso, a implantação da internet pela rede elétrica ainda vai levar alguns meses, estipulados pela Aneel, até que sejam escolhidas as empresas de telecomunicações.
A tecnologia aprovada pela Aneel é conhecida como PLC, ou Power Line Communications, que permite vários tamanhos de banda – inclusive internet ultrarrápida. É a mesma tecnologia implantada pela Panasonic na cidade de Barreirinhas, no Maranhão, que tem conexão com velocidade de até 20 Mbps.
O uso da rede de energia elétrica, além de facilitar o acesso à internet em algumas regiões do País, também será mais econômico. A Aneel prevê que a receita obtida com o aluguel dos fios reduzirá as tarifas de eletricidade.
Segundo o texto aprovado pela Agência, a transmissão de dados não pode prejudicar o fornecimento de energia elétrica. Eventuais investimentos devem ser bancados pelas empresas de telecomunicações.
Em abril, a Agência Nacional de Telecomunicações aprovou o regulamento da tecnologia Broadband over Power Lines (BPL), que permite banda larga pela rede elétrica. A AES Eletropaulo (através da recém-criada Eletropaulo Telecom) já oferece o serviço nos bairros de Moema, Cerqueira Cesar e Pinheiros, na capital paulista.

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As empresas de energia já estão liberadas – com a devida regulação – para oferecerem internet pela tomada.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira (25) a regulamentação para utilização da estrutura de energia elétrica para transmissão de dados.

As empresas de energia, porém, não poderão oferecer diretamente o serviço de internet. Terão duas opções: ou alugam a rede elétrica às operadoras de telecomunicações, ou criam subsidiárias para prestar o serviço.

Por isso, a implantação da internet pela rede elétrica ainda vai levar alguns meses, estipulados pela Aneel, até que sejam escolhidas as empresas de telecomunicações.

A tecnologia aprovada pela Aneel é conhecida como PLC, ou Power Line Communications, que permite vários tamanhos de banda – inclusive internet ultrarrápida. É a mesma tecnologia implantada pela Panasonic na cidade de Barreirinhas, no Maranhão, que tem conexão com velocidade de até 20 Mbps.

O uso da rede de energia elétrica, além de facilitar o acesso à internet em algumas regiões do País, também será mais econômico. A Aneel prevê que a receita obtida com o aluguel dos fios reduzirá as tarifas de eletricidade.

Segundo o texto aprovado pela Agência, a transmissão de dados não pode prejudicar o fornecimento de energia elétrica. Eventuais investimentos devem ser bancados pelas empresas de telecomunicações.

Em abril, a Agência Nacional de Telecomunicações aprovou o regulamento da tecnologia Broadband over Power Lines (BPL), que permite banda larga pela rede elétrica. A AES Eletropaulo (através da recém-criada Eletropaulo Telecom) já oferece o serviço nos bairros de Moema, Cerqueira Cesar e Pinheiros, na capital paulista.

Fonte: http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=aneel_aprova_internet_via_rede_eletrica&more=1&c=1&tb=1&pb=1

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