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Empresa júnior pode ser uma solução para pequenos empreendimentos

A empresa júnior, consultoria formada por universitários, é uma opção para pequenas empresas que querem se organizar e crescer.

A empresa júnior, consultoria formada por universitários, é uma opção para pequenas empresas que querem se organizar e crescer. A grande vantagem para os empresários é o preço acessível. E, além disso, eles contam com a visão inovadora dos estudantes.
Camila Velzi e Lara Shin estão no último ano da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo. As duas estudantes são consultoras da empresa júnior da ESPM e ajudam os empresários a lucrar mais. Elas montam estratégias de negócios na área de marketing.

“Nós conhecemos melhor a empresa, pegamos os problemas dela, fazemos um estudo exploratório dela e a partir disso nós conhecemos o mercado em que ela esta inserida e a gente consegue analisar onde que ela pode melhorar”, explica Lara Shin.

Além de treinar estudantes para o mercado de trabalho, a empresa júnior é uma oportunidade para pequenos empresários. Os alunos são orientados por professores da faculdade e o preço da consultoria júnior é menor do que o de mercado.

“A empresa júnior se transforma em uma alternativa muito atraente para que ele contrate esse serviço, contrate essa consultoria e consiga realmente vencer esses obstáculos, esses desafios cotidianos, esses problemas que ele enfrenta no seu dia a dia”, diz Vinicius Cararro, da Confederação Brasileira de Empresas Juniores.

O dono de um spa, Gustavo Albanesi, contratou a consultoria da empresa júnior da ESPM. O empresário precisava de informações sobre concorrência do mercado.

“Conhecer como esse mercado atua em relação ao cliente, em termos de exposição dos aspectos físicos, de infraestrutura, os tipos de serviços oferecidos, o tipo de atendimento que é fornecido pra cada cliente que vai ao spa e os preços que acontecem e são praticados nesse mercado também”, afirma o empresário.

Para fazer o relatório, as duas estudantes visitaram 36 spas. Pesquisaram detalhes do mercado, como preço, serviço e decoração. “Nós fomos como clientes ocultos, então, nós visitávamos como clientes, nós perguntávamos todas as informações que a gente podia coletar, quantos clientes mais ou menos vinham, quais eram os serviços que eles mais vendiam, qual era o tipo de profissional que eles utilizavam, como eram as macas”, lembra Camila Velzi.

O trabalho resultou em um relatório de quase 300 páginas e a consultoria da empresa júnior concluiu que o spa de Gustavo Albanesi precisava criar novidades para crescer. E foi o que fez o empresário. Ele redecorou a fachada e lançou massagens terapêuticas promocionais, por R$ 89.

“Se você tem um preço mais acessível, o cliente tem a oportunidade de vir ao seu espaço, conhecer os seus serviços e estabelecimento e consequentemente virar um cliente fiel após esse conhecimento prévio que ele teve do lugar”, sabe Gustavo.
Com a consultoria, o empresário reestruturou a empresa. Mais clientes vieram e o faturamento aumentou. Agora, a meta é abrir franquia e crescer.

“O investimento todo que a gente fez nesse trabalho valeu bastante a pena. Foi um trabalho de primeira linha e todas as informações que gente obteve, a gente usou naquela época e continuou analisando constantemente, porque elas são válidas aí por um período bastante longo”, conta Gustavo.

E o empresário Fernando Rodrigues, dono de uma locadora de vans, ônibus e carros executivos, também contratou a consultoria de uma empresa júnior. Sem dinheiro, ele pagou um quarto do preço de mercado e apostou nos estudantes.

“Eu senti muita segurança na apresentação do que eles podiam fazer pela gente e não tive esse medo, não. Eu acho que o entusiasmo e a vontade de fazer bem feito podiam superar muitas empresas do ramo por aí que não teriam a mesma vontade deles de fazer um trabalho com a gente”, explica o empresário.

A consultoria júnior da ESPM custou R$ 7.500. O objetivo era melhorar o atendimento e fidelizar os clientes. Os estudantes pesquisaram o mercado, conversaram com os funcionários e até foram além.

“A gente não avisa, contrata como se fosse um cliente normal e aí a gente avalia. Pode avaliar bem as fraquezas da empresa no dia a dia, as fraquezas como elas se apresentam para os clientes deles”, diz André Gonçalves, consultor.

A consultoria levou nove semanas para ficar pronta e o relatório apresentou algumas surpresas. Primeira constatação da consultoria: crescer rápido demais pode ser um problema. A empresa tinha tantos pedidos que contratava motoristas e veículos de outras locadoras só para não perder cliente. Mas, nesse caso, o atendimento nem sempre era o mesmo e comprometia a imagem da empresa.

Veículo sujo, motorista sem uniforme e serviço fora de padrão não seguram clientes. A busca desesperada por mais mercado era um tiro no pé da empresa.

“O cliente que estava contratando não sabia dessa terceirização, achava que fosse um funcionário normal da empresa e isso acabava comprometendo a imagem que eles tanto primavam, desde o primeiro contato. Tudo acabava sendo prejudicado por causa desse contato final do motorista”, observa André.

A resposta do empresário Fernando foi imediata. Ele cortou metade dos fornecedores. “A gente fez uma seleção daqueles que a gente sentiu que têm comprometimento, sentiu que a gente é um cliente importante para eles e que nosso cliente é importante para eles também”, diz Fernando.

Os consultores fizeram um projeto prático, que ensina o que fazer e como fazer. Para o empresário Fernando, é a grande chance de melhorar o negócio sem ter que investir muito: “A gente se sente em uma empresa mais consolidada, porque a gente sabe se comunicar. Já sabe aonde quer chegar e tem as ferramentas que”.

Reportagem retirada do site Pequenas Empresas Grandes Negócios – http://tv.pegn.globo.com/Jornalismo/PEGN/0,,MUL1591010-17958,00-EMPRESA+JUNIOR+PODE+SER+UMA+SOLUCAO+PARA+PEQUENOS+EMPREENDIMENTOS.html

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Lula é Brasil… Júnior!

Brasil Júnior participa da reunião do Conselho Nacional de Juventude e se encontra com Presidente Lula

Marina Rosa, Assessora de Relações Institucionais da Brasil Júnior, Tiago Mitraud, Presidente da Brasil Júnior, Presidente Lula e Carlos Nepomuceno, Coordenador de Relações Institucionais da Brasil Júnior.

Nos dias 8 e 9 de abril, a Confederação Brasileira de Empresas Juniores participou, em Brasília, da 4ª reunião extraordinária do Conselho Nacional de Juventude, o Conjuve. O órgão, que traz a Brasil Júnior como representante dos jovens empreendedores brasileiros, tem por objetivo estabelecer um espaço de diálogo entre a sociedade civil, o poder público e a juventude brasileira, para assessorar o governo federal na formulação de diretrizes da ação governamental.

A reunião teve como pauta as orientações estratégicas do Conjuve para 2010 e a definição dos grupos de trabalho do Conselho, além das reuniões de suas comissões temáticas. A Brasil Júnior participa da Comissão de Acompanhamento de Programas e Políticas Públicas, e focou sua atuação na reunião para desmistificar o conceito de Empresa Júnior para os demais conselheiros; aumentar a visibilidade da Confederação no Conjuve; e inserir de maneira gradativa as questões da qualificação profissional do jovem e do empreendedorismo como temas relevantes na pauta do Conselho.

A reunião teve ainda um momento especial. Os conselheiros foram recebidos pelo Presidente Lula em seu gabinete, onde requisitaram seu apoio às prioridades do Conselho: a aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da Juventude, do Plano Nacional de Juventude e do Estatuto da Juventude, além da necessidade de convocação da 2ª Conferência Nacional de Juventude.

O Conjuve também foi recebido pelo Secretário Nacional de Juventude, Beto Cury, e pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, com os quais a Brasil Júnior discutiu a necessidade de aproximação do Governo com as iniciativas empreendedoras dos jovens, especialmente as Empresas Juniores, e a importância de seu apoio às mesmas.

“Foi um encontro breve, mas extremamente significativo. Já recebemos dezenas de manifestações de empresários juniores de todo o Brasil, afirmando o quão orgulhosos se sentiram ao ver o Presidente da República exibindo nosso slogan.” Afirma Tiago Mitraud, Presidente da Brasil Júnior.

Para a Brasil Júnior, a participação no Conjuve e a aproximação com o poder público são grandes responsabilidades, sinal de que podemos, sim, por meio de nossas ações, lutar por uma juventude mais empreendedora e preparada para enfrentar os desafios de nosso país.

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Experiência em Empresa Júnior é diferencial

Confira a Reportagem da Folha de São Paulo sobre os benefícios de participar de uma Empresa Júnior.

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Ser empresário júnior é 1º passo para sua carreira como gestor

Brincar de ser empresário. Não, não é isso o que se faz em uma empresa júnior (EJ). Ninguém ali está de brincadeira, e esse tipo de corporação tampouco é uma simulação da empresa convencional. É uma empresa de verdade, só que com alunos de perfil empreendedor ocupando os variados cargos hierárquicos de uma companhia, orientados por professores que assinam projetos de verdade, dando consultoria para pequenos e microempresários do mundo real. Dali, podem sair grandes projetos, que levarão estudantes a tornarem-se grandes empresários em grandes empresas. Talvez muito mais do que um estágio poderia fazer, apesar da falta de remuneração.

“O lema do movimento é deixar de ganhar hoje para poder potencializar seu pagamento futuro”, explica Rafael Martines, presidente da Brasil Júnior, a confederação brasileira de empresas juniores. Essa história de trabalhar seis horas por dia e não ganhar nada incomoda alguns e até os impede de entrar no movimento. Mas a maioria que entra ou já esteve lá garante que vale a pena pensar a longo prazo. “Vários ex-empresários juniores que abriram suas próprias empresas ou que foram ser diretores e presidentes de grandes empresas, por saberem o quanto a passagem por ali influenciou suas carreiras, entram em contato com empresas juniores para solicitar trabalhos e parcerias”, diz Martinês. […]

Bárbara Semerene

Fonte e Texto na íntegra: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=13437

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Conceito de Empresa Júnior

Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados.
A Empresa Júnior tem a natureza de uma empresa real, com diretoria executiva, conselho de administração, estatuto e regimentos próprios. Com uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade, centro acadêmico ou qualquer outra entidade acadêmica.
A Empresa Júnior deve ter como objetivos:
Proporcionar ao estudante aplicação prática de conhecimentos teóricos, relativos à área de formação profissional específica;
Desenvolver o espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno;
Intensificar o relacionamento empresa-escola;
Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em contato direto com o seu mercado de trabalho;
Contribuir com a sociedade, através de prestação de serviços, proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário especialmente, um trabalho de qualidade a preços acessíveis;
A Empresa Júnior NÃO pode ter como objetivos:
Captar recursos financeiros para a Instituição de Ensino através da realização dos seus projetos ou outras atividades;
Captar recursos financeiros para seus integrantes através dos projetos ou outras atividades;
Elevar o conceito do Curso e Instituição de Ensino diante do MEC e da Sociedade;
Aplicações financeiras com fins de acumulação de capital.

LogoBJ5anos_2Empresa Júnior é uma associação civil, sem fins econômicos, constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de estabelecimentos de ensino superior, que presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e sociedade em geral, nas suas áreas de atuação, sob a orientação de professores e profissionais especializados.

A Empresa Júnior tem a natureza de uma empresa real, com diretoria executiva, conselho de administração, estatuto e regimentos próprios. Com uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade, centro acadêmico ou qualquer outra entidade acadêmica.

A Empresa Júnior deve ter como objetivos:

  • Proporcionar ao estudante aplicação prática de conhecimentos teóricos, relativos à área de formação profissional específica;
  • Desenvolver o espírito crítico, analítico e empreendedor do aluno;
  • Intensificar o relacionamento empresa-escola;
  • Facilitar o ingresso de futuros profissionais no mercado, colocando-os em contato direto com o seu mercado de trabalho;
  • Contribuir com a sociedade, através de prestação de serviços, proporcionando ao micro, pequeno e médio empresário especialmente, um trabalho de qualidade a preços acessíveis;


A Empresa Júnior NÃO pode ter como objetivos:

  • Captar recursos financeiros para a Instituição de Ensino através da realização dos seus projetos ou outras atividades;
  • Captar recursos financeiros para seus integrantes através dos projetos ou outras atividades;
  • Elevar o conceito do Curso e Instituição de Ensino diante do MEC e da Sociedade;
  • Aplicações financeiras com fins de acumulação de capital.

Fonte: http://www.brasiljunior.org.br/
Brasil Júnior – Confederação Brasileira de Empresas Juniores – tem como finalidades representar as empresas juniores em nível nacional e desenvolver o Movimento Empresa Júnior como agente de educação empresarial e gerador de novos negócios. Ela é formada atualmente por 10 federações, representando 9 estados e o Distrito Federal.

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