Archive for junho, 2010

Cinco dicas essenciais que você precisa saber para fazer negócios no Twitter

Partindo da pergunta “As Redes Sociais são boas para os negócios?”. A resposta depende da forma como você atua: sendo o “vendedor chato”ou procurando entender como elas funcionam e como as pessoas interagem.

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter, a sensação do momento. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo você demorar para participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas estas oportunidades.

Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Afinal, é só acompanhar algumas estatísticas: o número de usuários do Twitter aumentou 1600% entre julho de 2008 e 2009, sendo que os brasileiros são os que passam mais tempo “tuitando” (cerca de 41,5 minutos por mês de acordo com pesquisa da ComScore). Somente em São Paulo, 45% da população já participa de alguma rede social, índice que aumenta para 75% entre os jovens entre 18 e 24 anos (Ibope Mídia). Nas empresas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NTT/URFJ), 74% dos pesquisados planejam participar das mídias sociais nos próximos 12 meses. Diante de números tão promissores, por que não tentar?

Até aí, nada de mais. O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam “o carro na frente dos bois” (a expressão é tão antiga quanto válida). A mesma pesquisa da URFJ revelou que 49% dos pesquisados já entram nas mídias sociais querendo “faturar” de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente “por participar”, para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar.

Planejando e Implementando Ações

Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital também tem menos probabilidade de ser rejeitada. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

1. Entenda como as mídias sociais funcionam Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

2. Entenda como o seu público-alvo interage – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais freqüentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo etc.) E se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

3. Defina a estratégia – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte, definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais: canais relacionamento (atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas, interação com clientes e consumidores), comunicação (divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas) ou campanhas de fidelização (promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter). Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (an&ua cute;ncios, mala direta, assessoria de imprensa etc.)

4. Crie um diferencial – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

5. Tenha objetivos claros e mensure os resultados – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claros para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência (região de proveniência dos visitantes, duração) e o tráfego (páginas mais visitas) do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

Fonte: Maxpress

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Chamada para Desenvolvedor CITi – Projeto Site FCAP Jr

Pré-requisitos técnicos:

  • PHP
  • HTML
  • JavaScript

Estimativa de duração:

  • 40h

Descrição:

  • O projeto consiste em consertar erros e adicionar funcionalidades ao código já pronto do site da FCAP Jr.

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Chamada para Instrutor CITi – Java Web

Pré-requisitos:
  • Domínio da tecnologia JSF
  • Ótima didática.

Estimativa de duração:

  • 40h

Auxílio Financeiro:

  • R$ 20,00/h

Descrição:

  • O projeto consiste na realização de um curso In Company para integrantes do NTI da UFPE.

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8 frases você nunca deve dizer ao seu chefe

Você tem que ter muito cuidado com algumas frases que se fala para o seu chefe, pois elas podem prejudicar o seu crescimento profissional. Isso pelo fato de o chefe normalmente ser fundamental para galgar outros postos de trabalho na empresa.

Mas algumas palavras mal empregadas pode destruir em segundos, alguns meses ou anos de trabalho. Para isso vamos dar um dica de algumas frases que nenhum chefe quer ouvir.

1- “Sabe aquele projeto que deveríamos entregar amanhã? Então, não vou dar conta”

É importante comunicar ao chefe quando um projeto está ameaçado e dar a notícia antes de a situação ficar crítica. Esconder o problema até o último minuto pode transformar uma simples lombada na pista em um engavetamento monstruoso. Dê ao gerente de projetos a oportunidade de sanar um acontecimento que pode comprometer o resultado.

2- “Isso não é minha função”

A crise econômica fez aumentar o valor de profissionais de TI dispostos a resolver qualquer problema que apareça. Não é uma questão só de moral, de entregar-se pelo bem do coletivo. Os benefícios de um comportamento que o motiva a se mobilizar fora da própria zona de conforto aparecem quando você percebe que suas habilidades foram agraciadas e que adquiriu experiência, abrindo as portas em sua carreira profissional.

3- “Ah, então era isso que você queria? Foi mal”

Quando não souber exatamente o que é esperado de você, peça que expliquem melhor quando surgir a dúvida. É melhor do que sair disparado em uma direção para, depois, ver que era o caminho errado.

Perguntar sobre os detalhes de uma tarefa antes de iniciá-la também demonstra que você está pensando de maneira estratégica, no lugar de limitar-se a cumprir ordens. Um exemplo é perguntar: “Querem que eu rode esse teste nos outros servidores também, para ver se há problemas?”

4- “Fulano(a) é uma mala! Por favor, tome providências”

Faça tudo que estiver o seu alcance antes de perturbar o gerente com questões de relacionamento pessoal na empresa. Seu colega não o atende por email? Já tentou falar com ele pelo telefone ou até fazer uma aproximação pessoal? Mas atenção: condutas que violam os preceitos básicos de relacionamento profissional devem ser imediatamente informadas ao gerente.

5-“É chato dizer isso, mas é tudo culpa de sicrano(a)”

Quem avalia o desempenho dos integrantes da equipe é o gerente. Quando um projeto não sai de acordo com o esperado, mostre eficiência e dê sugestões de como melhorar resultados futuros, em vez de liderar a caça às bruxas. Sublinhar faltas e deficiências dos outros não inspira confiança em sua habilidade de trabalhar em equipe.

6- “Quer ser meu amigo no Facebook?”

Convidar um chefe a entrar para seu seleto grupo de amigos na rede social não leva a lugar algum. Na melhor das hipóteses – aquela em que o chefe aceita figurar entre seus “amigos” – essa operação pode resultar em desastre, no caso de detalhes íntimos e pessoais criarem manchas em sua imagem profissional.

Fique atento para o fato de que vários chefes preferem manter clara a fronteira entre o profissional e o privado. Quase metade dos entrevistados em pesquisa disse não se sentir confortável sendo amigo de seus subordinados.

7- “Achava que você não precisasse saber disso”

Mesmo os gerentes que deixam a equipe trabalhar com liberdade e limitam seu envolvimento à observação fazem questão de ser informados sobre o andar da carruagem. Ao enfrentar uma situação em que não sabe ao certo se deve ou não passar o problema adiante, faça de conta que é você o chefe e pergunte: Quero saber disso? Essa informação vai ajudar a melhorar a performance da equipe e otimizará os resultados?

Até informações do tipo “está tudo conforme esperado” são valiosas. Elas demonstram que você está efetivamente no controle da situação.

8- “Fui!”

Substituir alguém em uma equipe enquanto as engrenagens se movem é um processo custoso na perspectiva financeira e de tempo. Aliás, manter os integrantes de um time a bordo constitui, muito provavelmente, uma das maiores atribuições da gerência.

No lugar de manter seu chefe às escuras quando o seu objetivo é largar a empresa, ponha as motivações para o seu desligamento em pauta na próxima vez que tiver a oportunidade de conversar com ele. Seu chefe poderá lhe surpreender e dar cabo daquilo que o aborrece. E mais: a informação que você vai dar irá alertar a gerência para possíveis entraves e fatos que podem afundar toda uma equipe, e não apenas a você.

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Pesquisa Jornada de Cursos

Escolha os cursos da XV Jornada de Cursos – CITi

O CITi está realizando uma pesquisa com todos os interessados, perguntando quais cursos eles gostariam de obter na XV edição da Jornada de Cursos.

Nessa edição, além dos tradicionais cursos de programação oferecidos, estão sendo cotados cursos de administração, gerenciamento e design.

Ajude-nos com essa pesquisa e faça com que o CITi ofereça os melhores cursos para você.

Para responder à pesquisa bastar clicar no link: http://bit.ly/9YtUUN

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Estudante e Empreendedor

“Organizações formadas por jovens potencializam os anos de faculdade ao propiciar oportunidades de atuar de forma dinâmica no mercado de trabalho

George Carvalho (georgec@jc.com.br)

Ampliar visão de mundo, trabalhar em equipe, estabelecer uma rede de contatos, se envolver com projetos que vão além da grade curricular de qualquer curso: empreender. Organizações sem fins lucrativos formadas por jovens universitários podem potencializar os anos de faculdade ao propiciar aprendizado e desenvolver a capacidade empreendedora dos alunos. Um trabalho árduo e sem remuneração, mas que vale a pena e deve ser encarado como investimento a longo prazo – pelo menos é o que dizem os gestores dessas empresas.


NETWORK Como presidente de organização, Flávio vai viajar para congresso de empresas
juniores em Milão.

“É uma experiência agregadora. Você ganha maturidade e vivência que vai além da sala de aula. Eu vejo várias pessoas que entram na faculdade e ficam se dedicando somente às disciplinas como se fosse uma extensão do colégio”, diferencia Flávio Vasconcelos, 21 anos. Além de cursar duas faculdades (ciência da informação e administração), ele é presidente do Centro Integrado de Tecnologia da Informação (Citi), empresa júnior com 15 anos de atuação, ligada ao Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Desenvolvendo softwares e programas de tecnologia, o Citi oferece produtos mais baratos ao mesmo tempo em que possibilita aos estudantes colocar em prática o que aprendem durante o curso. “Vivencio o empreendedorismo na prática e meu network fica muito mais rico”, ressalta Flávio, que viaja em julho para Milão, na Itália, para um congresso mundial de empresas juniores. Na pauta, cases de sucesso e palestras sobre empreendedorismo e gestão, temas que também estiveram na agenda de um evento que David Santos, 23 anos, estudante de engenharia civil, participou no início de maio, em São Paulo, como presidente do escritório recifense da Associação Internacional de Estudantes de Ciências Econômicas e Sociais (Aiesec).

MOTIVAÇÃO Ozaildo Ferraz acredita que experiência será diferencial no mercado

A organização, que abrange outras áreas do conhecimento, existe em mais de cem países e não está diretamente ligada a nenhuma instituição de ensino. Para fazer parte dela, no entanto, é preciso ser universitário ou estar há menos de dois anos formado. “É uma rede interligada formada por jovens do mundo inteiro, discutindo temas globais como sustentabilidade, liderança e responsabilidade social e corporativa, trabalhando com estratégias de gerenciamento e pensamento analítico”, define, empolgado, o futuro engenheiro.

Para David, muitos problemas mundiais poderiam ser minimizados se as pessoas não “seguissem o modelo” e procurassem fazer algo diferente. “Empreendedorismo é isso: dentro de um status quo, ter uma ideia que possa gerar uma pequena revolução e causar algum impacto dentro do seu setor”, resume. “E a própria essência da Aiesec já é algo empreendedor”, destaca David. Firmando parcerias com empresas privadas e organizações do terceiro setor, a organização mundial promove intercâmbios profissionais, possibilitando a jovens do mundo inteiro vivenciar o trabalho e a cultura de um local diferente daquele de origem.

“Isso faz com que você abra a cabeça, imerso numa outra realidade. Tendo acesso a discussões e colocando em prática essas ideias, fica muito mais fácil empreender”, conclui o presidente da Aiesec Recife.

DEDICAÇÃO

Ozaildo Ferraz, 19 anos, presidente da Fcap Jr., empresa de consultoria formada por estudantes de administração da Universidade de Pernambuco, confessa que, em algumas situações, o curso acaba ficando em segundo plano. “Acabamos nos desenvolvendo mais ao nos dedicarmos à organização. Mas é importante estudar, para não prejudicar nossa imagem nem a da empresa”, observa. Para Ferraz, o fato de acreditar que a atividade vai ser um diferencial motiva a doação dos jovens. “Ao contrário de outros estágios, quando lidamos apenas com o operacional, aqui desenvolvemos poder de decisão, visão estratégica e planejamento”, deduz Ozaildo.”

Fonte: JC Online

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