Archive for outubro, 2009

CITI marca presença no desafio Sebrae e na Maratona de programação

Os alunos Daker Fernandes Pinheiro, Paulo Borges, Rafael Lima, Sara Carvalho e Luiz Sotero integraram a equipe do CIn que foi à final estadual. A cerimônia de premiação ocorreu 20/10/2009 e a equipe do Centro de Informática ficou entre as dez melhores do estado de Pernambuco. Foram mais de 4000 alunos inscritos. Luiz Sotero, que também é Diretor Comercial do CITi, disse que a experiência é muito boa e dá uma idéia de como funciona uma indústria de grande porte.

 

Os alunos Víctor Medeiros, Diretor de Recursos Humanos do CITi, Pedro Bello e Maíra Tavares conquistaram o primeiro lugar da Final Brasileira da Maratona de Programação ACM-ICPC, evento promovido pela IBM em todo o mundo. A final ocorreu em 24/10/2009 em Campinas, São Paulo.
O time “Pedrov, Victorov e Mairova” agora representará o Brasil nas Finais Mundiais de Harbin, China, evento que ocorrerá de 1 a 6 de fevereiro de 2010. Víctor Medeiros afirma que competências desenvolvidas no CITi, como trabalho em equipe e comprometimento, o ajudaram muito nessa competição e agradece o apoio de ex-maratonistas e da professora Liliane Salgado, coach dos cinco times da UFPE.

 

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UMA LIÇÃO DE MARKETING

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua

frente um lindo gramado e diversos jardineiros autônomos para fazer

aparos nestes jardins.

Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana

contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu

que havia contratado um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já

estava contratado, ele pediu  que o garoto executasse o serviço,

mesmo estando indignado com a pouca idade em questão.

Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a

permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido.

Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa.

O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava:

– A senhora está precisando de um jardineiro?

– Não. Eu já tenho um – respondeu.

– Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.

– Isso o meu jardineiro também faz.

– Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no

final do serviço – disse ele.

– Mas o meu jardineiro também faz isso…

– Eu faço a programação de atendimento o

mais rápido possível.

– O meu jardineiro também me atende prontamente!

– O meu preço é um dos melhores.

– Não, muito obrigada!

O preço do meu jardineiro também é muito bom.

Desligando o telefone, o executivo disse a ele:

– Meu rapaz, você perdeu um cliente.

– Não – respondeu o garoto. –

Eu sou o jardineiro dela;

estava medindo o quanto ela estava satisfeita.

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10 erros comuns na criação de logotipos

Hoje, mais do que nunca, a identidade visual de uma empresa é valorizada. É importante para uma empresa ou um site comunicar-se bem e ser bem vista. A principal maneira de reconhecer e se identificar com uma é o seu logo.  Abaixo, mostramos 10 erros comuns que você deve evitar se quiser criar um logotipo bem sucedido e profissional.

1. Design feito por um amador

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Uma empresa profissional deve ter um visual profissional. Novos empresários, muitas vezes investem muito tempo e dinheiro em bens e equipamentos, mas não fazem o mesmo com  seu logotipo.

Aqui estão as razões mais comuns pelas quais muitos logos parecem amadores:

  • O empresário queria economizar dinheiro, projetando o logotipo com rapidez.
  • Um favor de algum amigo ou parente que afirma conhecer um pouco sobre design gráfico.
  • São encomendados com pessoas erradas.
  • Terceirizando o trabalho através de um design de sites diversos da concorrência, que são majoritariamente habitados por designers amadores.
  • O trabalho foi dado a uma empresa online que oferece logotipos realmente baratos.

Todas as opções acima podem levar a resultados desastrosos. Se o seu logotipo parecer amador, então assim será o seu negócio. Uma empresa deve saber onde procurar quando quer um novo logotipo.

Aqui estão as vantagens de contratar um designer profissional para criar seus logotipos:

  • Seu logo será único e memorável.
  • Você não vai correr em quaisquer problemas na linha de reprodução com ele.
  • Seu logo terá uma vida útil mais longa e não precisa ser redesenhado dentro de alguns anos.
  • Seu logo vai ser profissional.

2. Prender-se demais às tendências

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Tendências (se brilhos, chanfros ou outros) vem e vão até que, finalmente, transformar-se em clichês. Um bem concebido logo deve ser atemporal, e isto pode ser conseguido ignorando os truques mais recentes. O maior clichê no projeto do logotipo é usar essas linhas em volta do logo. Como designer de um logo, seu trabalho é criar uma identidade única para o seu cliente, ignorando completamente, ou o máximo possível, as tendências no projeto do logo.

O site Logolounge tem uma grande seção em que atualiza as tendências atuais de design de logotipo a cada ano. É importante conhecer a última “moda” , principalmente para que você possa evitá-las a todo custo.

3. Usar Imagens Rasterizadas

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É prática  comum  a utilização de software de gráficos vetoriais, como o Adobe Illustrator ou Corel Draw na criação de logotipos. Uma imagem vetorial é composta de pontos matematicamente precisos, o que garante a consistência visual através de vários tamanhos. A alternativa, claro, é o uso de softwares gráficos rasterizados, como o Adobe Photoshop. Um gráfico bitmap é composta de pixels.

Usar imagens rasterizadas para logotipos não é aconselhável porque pode causar problemas de reprodução. Enquanto o Photoshop é capaz de criar logos muito grande, você nunca sabe ao certo o quão grande você terá que reproduzir o seu logotipo em determinado momento. Se você aumenta o zoom ou o tamanho da imagem ele será exibido pixelizada, tornando-o inutilizável. Manter uma coerência visual do logotipo é essencial para uma empresa.

As principais vantagens dos gráficos de vetor para o desenho da logomarca são:

  • O logotipo pode ser redimensionada em qualquer tamanho sem perder qualidade.
  • A edição do logotipo, mais tarde, é muito mais fácil.
  • Pode ser adaptado para outras mídias mais facilmente do que uma imagem raster.

4. Usar Bancos de Imagens na criação do logo

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Este erro é geralmente feito por donos de empresas que projetam seu próprio logotipo ou por designers amadores que não possuem conhecimento sobre as leis de direitos autorais. Baixar imagens de Banco de vetores como vectorstock não é um crime, mas ele pode começar a ser um problema se você incorporá-lo em um logotipo.

Um logotipo deve ser único e original. Há chances, se você estiver usando uma imagem do vetor destes sites, de outra pessoas no mundo também estar. Logo, a sua marca já não é única. Você pode muito facilmente detectar vetores prontos em logotipos porque eles geralmente possuem formas familiares, tais como globos e silhuetas.

5. Projetando a sua identidade no logo, no lugar da do cliente

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A causa desse erro é geralmente o ego enorme do designer. Se você tiver encontrado uma nova fonte legal que você não pode esperar para usar em um projeto, bem … pense duas vezes antes de usá-la. Pergunte-se se essa fonte é realmente adequada para o negócio que você está projetando? Por exemplo, uma fonte tipográfica moderna grande que você acabou de se apaixonar pode não ser adequada para um negócio sério, como um escritório de advocacia.

Alguns designers também cometem o erro de incluir uma marca em seu trabalho. Mesmo que você esteja orgulhoso pelo seu trabalho, impor a sua personalidade em um logotipo é errado. Fique focado nas necessidades do cliente!

6. Complexo demais!

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Que melhor analogia para imagens em miniatura do que as impressões digitais? Você vai perceber os meandros de suas impressões digitais apenas quando olhar para elas realmente de perto. Assim que você se afasta, esses detalhes são perdidos. O mesmo é válido para logotipo altamente detalhados.

Quando impressas em tamanhos pequenos, um projeto complexo irá perder seus detalhes, e em alguns casos, ficará semelhante a uma mancha, ou pior, a um erro. Quanto mais detalhes um logotipo tem, maior é o número de informações que o espectador deverá processar. Um logotipo deve ser memorável e uma das melhores maneiras para torná-lo memorável é a de manter a simplicidade. Olhe para a identidade corporativa da Nike, McDonald’s e da Apple. Cada empresa tem um ícone muito simples que pode facilmente ser reproduzido e identificado em qualquer tamanho.

7. Depender das cores para passar a mensagem

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Sem cor, o seu grande projeto pode perder a sua identidade. Este é um erro muito comum. Alguns designers não podem esperar para adicionar cor a um projeto, e alguns dependem dele completamente. A escolha da cor deve ser a sua última decisão, sendo assim começar o seu trabalho em preto e branco é melhor.

Cada proprietário do negócio terá de mostrar o seu logotipo em apenas uma cor pelo menos uma vez na vida, de modo que o designer deve testar para ver se isso afetaria a identidade do logotipo. Se você usar a cor para ajudar a distinguir determinados elementos no design, então o logotipo ficará completamente diferente em um tom.

8. Escolher fontes pobres

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Quando se trata de finalização de um logotipo, a escolha da fonte correta é a decisão mais importante que um designer pode fazer. Uma falha por causa de uma má escolha da fonte pode ser desastroza, acabando com o trabalho (o nosso exemplo mostra a infame Comic Sans).

Encontrar a fonte perfeita para seu projeto é achar o tipo de letra que combine com o estilo do ícone. Mas isto pode ser muito complicado. Se estiverem muito próximos, o ícone da fonte e vão competir uns com os outros pela atenção, se o contrário, muito distantes, então o espectador não sabe para onde olhar. A chave é encontrar o equilíbrio certo, em algum lugar no meio. Cada fonte tem uma personalidade. Se a fonte que você escolheu não reflete as características do logotipo, então toda a mensagem da marca será ignorada.

Fontes ruins muitas vezes são escolhidas simplesmente porque essa decisão não é levada a sério.

9. Usar muitos tipos de fontes

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Usando muitas fontes, é como tentar mostrar a alguém um álbum inteiro de uma vez. Cada tipo é diferente, e o espectador precisa de tempo para reconhecê-lo. Vendo muitos de uma só vez, irá se confundir.

Usar um máximo de duas fontes de pesos diferentes é prática padrão. Limitar o número de fontes para este número aumenta significativamente a legibilidade de um projeto do logotipo e melhora o reconhecimento da marca.

10. Copiar logotipos

Este é o maior erro de um designer de logos de todos e, infelizmente, é cada vez mais comum. Conforme mencionado, o propósito de um logotipo é representar um negócio. Se ele tem a mesma aparência de alguém, ele não cumpriu a sua função. Ninguém ganha com a copia! Nem o cliente e muito menos o designer.

Fonte: JBTutos

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As marcas mais valiosas do mundo!

Google

Conhecido como um fenômeno de popularidade e inovação, o Google se transformou na marca mundial que mais ganha valor. É o que mostra o ranking das marcas mais valiosas do mundo, realizado pela consultoria Interbrand, em parceria com a BusinessWeek. A grife conquistou um crescimento de 44% neste ano. Hoje, a marca Google vale mais de US$ 17 bilhões e ocupa o 20º lugar da tabela. “A companhia é uma estrela em ascensão. Eles estão fazendo muita coisa bem feita, uma delas é priorizar a marca como parte da sua estratégia, além da agressividade na inovação”, acredita Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil. Como já se tornou tradição a Coca-Cola, pela sétima vez consecutiva, ocupa a dianteira do ranking. “O tamanho, a idade e a gestão da marca são algumas das justificativas para essa posição”, aponta Pinedo. Hoje, a marca coca de refrigerantes vale US$ 65,2 bilhões.

Este ano, os nomes que mais perderam força foram Ford, GAP, Kodak, Pizza Hut e Motorola. “Sofreram desvalorizações porque não acompanharam o consumidor, não entenderam o momento do mercado”, detecta Pinedo. De acordo com o executivo, estas marcas não se atualizaram. “A Ford tem carros antiquados, a Pizza Hut não renovou cardápio nem melhorou as lojas. Já a Motorola apostou alto em um só produto, o RZR, e investiu menos na marca corporativa”, pondera Pinedo.

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Na edição deste ano do ranking, a Interbrand não se deteve apenas a listar o valor de cada marca e elaborou uma lista de quatro tendências em gestão de marca:

1. Desenvolvimento de pontos de contato – As grifes mais valiosas encontram maneiras complementares de atingir os seus consumidores. Um exemplo é a rede de cafeterias Starbucks, que conseguiu criar uma relação diferenciada com o consumidor. “A marca não se restringe à loja, ela quer acompanhar o consumidor na rotina diária”, afirma o diretor da Interbrand Brasil. Os clientes podem comprar livros e cds que leram ou escutaram dentro da própria loja.

2. Gerar maior demanda para a marca – Trata-se de fazer com que o consumidor desejado pela grife a escolha acima de todas as outras que tentam atingi-lo. Os nomes que conseguiram com sucesso chegar a este patamar são Apple e Nintendo. “A Apple cria um furor tão grande ao redor da marca que qualquer modelo novo gera curiosidade”, ressalta Pinedo.

3. Modelos de Contingência, que englobam cenários de risco e planejamento de eventualidades. Esse item se refere às companhias que projetam cenários futuros e concentram toda a sua energia para que eles se tornem realidade. “É um passo além do planejamento estratégico, não é só olhar pro futuro, mas desenhar o cenário ideal e mover toda a empresa pra que ele se torne real”, explica o diretor. De acordo com Pinedo, uma das marcas que mais se encaixa no perfil é a Toyota, que há anos previu que a preocupação com o meio ambiente estaria presente e buscou soluções alternativas ao petróleo. “Hoje, é a empresa do ramo mais associada com este conceito”, completa.

4. Planejar Eficiências – “A idéia desta ferramenta é identificar o ponto forte da marca e apostar todas as fichas nela”, esclarece Pinedo. Há varias maneiras de se fazer isso, investindo em eventos, em patrocínios, em mudanças nos pontos-de-venda. “A Zara entendeu que as lojas rendem a melhor oportunidade de causar impacto no consumidor e preferiram investir menos em publicidade”, conta Pinedo.

FONTE: Revista AMANHÃ

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Falhar também é importante!

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Executivos e empreendedores costumam dizer que falhar não é uma opção. Afinal, sem erros os negócios se tornam mais produtivos e lucrativos. Será mesmo? Beth Zimmerman, fundadora e presidente daCerebellas LLC, uma consultoria estratégica que ajuda negócios a encontrar, desenvolver e explorar novas oportunidades, discorda dessa afirmação. Em artigo escrito para o site WomanEntrepreneur, Beth afirma que está na hora de reconhecer que falhar também pode ser produtivo e necessário. Ela cita, inclusive, uma frase do economista da Carnegie Mellon University Allan Meltzer: “capitalismo sem falha é como religião sem pecado”.

Para evitar uma grande falha – como a falência – é preciso cometer pequenas falhas ao longo do caminho. “Pense nos erros como uma oportunidade de corrigir o curso das coisas e repensar a estratégia do negócio”, recomenda Beth. Para exemplificar, a consultora dá alguns passos que vão lhe ajudar a parar de se preocupar tanto com as falhas e aprender com elas.

1) Aceite que falhar é inevitável: Todo negócio vai enfrentar obstáculos, ir por caminhos errados e desastres absolutos. Pare de pensar que isso nunca vai acontecer na sua empresa.

2) Mantenha seus olhos na recompensa: Você tem mais chance de superar um lapso se a sua visão de longo prazo e suas metas estão claras. Isso significa dedicar um tempo todo mês para rever o progresso dos negócios e sua estratégia. Tenha uma visão de longo prazo e não coloque apenas os problemas imediatos em perspectiva. Isso fará com que você e sua equipe tenham as ferramentas certas para deixar a empresa longe da bagunça.

3) Aprenda algo: Falhar pode ser chamado de “o momento de aprender”. Detalhe o problema com isenção e faça as mudanças necessárias para minimizar a chance de que ele ocorra novamente.

4) Deixe o erro acontecer: Nem tudo pode ser consertado ou tem um custo para ser consertado que valha a pena, seja em recursos financeiros, humanos ou de tempo. Ter isso em mente é fundamental. Às vezes é melhor deixar a falha ocorrer.

5) Dê aos funcionários permissão para errar: Isso não é uma passe livre para diminuir o ritmo ou fazer trapalhadas. É apenas o reconhecimento de que falhas vão acontecer e se elas forem administradas apropriadamente podem ser um poderoso e esclarecedor evento. Determine a sua tolerância ao risco e comunique à equipe o que é e o que não é aceitável. Algumas companhias determinam que uma porcentagem de seus esforços e orçamento não renderão lucro, mas elas entendem que isso é necessário para que a inovação ocorra. Funcionários que têm medo de errar também têm medo de expor novas ideias e tentar coisas novas

Fonte

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As 4 fases da carreira – Max Gehringer

Uma carreira profissional tem 4 fases. Para quem quiser avaliar se está à frente ou atrás da fase em que deveria estar, aqui vão elas:

A primeira fase vai dos 18 aos 25 anos: é a fase do aprendizado.

Durante esse período, um jovem tem a impressão de que ganha menos do que deveria estar ganhando, e que recebe menos oportunidades do que deveria receber. É verdade. Na fase do aprendizado, a diferença entre o que o jovem ganha e o que deveria estar ganhando, é o que ele paga para aprender.

A segunda fase vai dos 26 aos 34 anos: é a fase da coragem.

O profissional já aprendeu todas as coisas básicas essenciais e sai procurando opções. Ou na empresa ou fora dela. Essa é a fase das grandes mudanças: de empresa, de cidade, de país ou de galáxia. Logo, um jovem de 26 anos, que ainda está procurando uma vaga de estagiário, já ficou para trás. Ele está na fase do aprendizado quando deveria estar na fase da coragem.

A terceira fase vai dos 35 aos 45 anos: é a fase da colheita.

Nesses 10 anos, ocorrem as promoções para cargos melhores e o salário dá um belo salto. Como medida, o salário de alguém com 40 anos deveria ser, no mínimo, 10 vezes maior do que era aos 20 anos.

Dos 46 anos em diante, vem a fase da inércia.

O funil das boas oportunidades fica mais estreito. E poucos passarão por ele. Quem tem mais de 46 anos, evidentemente acredita que tem a mesma energia que tinha aos 25, além de ter mais experiência. É verdade, mas o mercado de trabalho é meio cruel e não reconhece isso. Na fase da inércia, começa a busca pela estabilidade.

Por isso, quando um profissional pergunta: “o que está acontecendo comigo?”, a resposta quase sempre é: você deixou uma fase da carreira passar sem aproveitar. Para recuperar o tempo perdido, você terá que saltar uma fase inteira. Não é fácil, mas é possível.

Na vida profissional, nada é impossível. Só vai ficando complicado na medida em que o tempo passa.

Max Gehringer, para CBN.

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Faça Diferente!

Sem títuloVivemos em um mundo dinâmico, plano, integrado, por isso o risco de uma empresa perder o bonde é muito grande. Se palavras como mudar e inovar não fizerem parte do café da manhã, do almoço e da jantar das empresas, as coisas podem complicar em um piscar de olhos. O SEBRAE sabe disso, e está preocupado em levar a “cultura da inovação” para os empresários brasileiros. Inicia em 2009 um “movimento pela inovação” por meio de campanha nacional, que desmistifica o tema e mostra que inovar pode ser um diferencial para o sucesso de uma empresa.

A campanha foi batizada de Faça Diferente, e sua meta é levar conhecimento para ampliar a sustentabilidade, a competitividade e contribuir para o crescimento dos pequenos negócios. Para alcançar este o objetivo, o SEBRAE mobilizou sua equipe e planejou várias ações em prol da inovação, que incluem programa de rádio, blog, vídeos, workshops, cursos presenciais e virtuais. Além disso, foram criadas peças publicitárias para veiculação em TVs aberta e a cabo, revistas, sites e publicações internas.

A série de rádio tem 120 programas de três minutos cada, veiculados de segunda-feira a sexta-feira, em emissoras de todo o Brasil. Cada episódio apresenta ao pequeno empresário oportunidades de como inovar, sair da mesmice e melhorar os resultados do negócio. Os primeiros 80 programas relatam casos de empreendedores que inovaram e tiveram sucesso. Os outros 40 respondem às perguntas dos ouvintes.

Na internet, os empresários podem acessar este blog, ouvir podcasts, ver videocasts, participar de chats e ler artigos sobre a temática. Todas estas ferramentas ajudam a você pequeno empresário a interagir com o SEBRAE. Participe!

Já os workshops são itinerantes, e estão programadas 150 palestras em diferentes cidades brasileiras. Mais informações na página da inovação do portal SEBRAE. Confira!

Movimento pela inovação
A iniciativa surgiu após uma pesquisa mostrar a percepção negativa que o pequeno empresário tem sobre a inovação. Muitos acreditam que a inovação é algo distante da sua realidade ou muito caro. Outros acham que inovar é algo desnecessário para o negócio ou muito arriscado ou ainda tinham dúvida se era a hora.

É justamente para mudar esta mentalidade que o projeto Faça Diferente foi idealizado. Por meio da campanha, o SEBRAE mostra o que é e como se faz inovação: para inovar é importante que o empresário acabe com os preconceitos; ser receptivo a novas ideias; ouvir as oportunidades do mercado; e fazer diferente para alcançar melhores resultados.

Faça Diferente, você também, inovar é um bom negócio!

http://www.facadiferente.sebrae.com.br/faca-diferente/

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