Archive for agosto, 2009

Seleção CITi 2009.2!

PSC divulgação

Cronograma PSC 2009.2

O Processo Seletivo CITi abre vagas para estudantes de qualquer período do CIn interessados em trabalhar como empresários juniores! O Centro Integrado de Tecnologia da Informação é a empresa júnior do Centro de Informática da UFPE e possui vagas para os núcleos Financeiro, Recursos Humanos, Qualidade, Marketing, Comercial e Projetos.

O CITi possui visibilidade no mercado, atendendo a uma grande demanda de projetos para clientes de todo estado. Também organiza a Jornada de Cursos com toda qualidade de ensino e infra-estrutura que o CIn oferece. Dentro do CITi, o empresário júnior tem a oportunidade de vivenciar o dia-a-dia de uma empresa de TI, participar de reuniões sugerindo novidades e decidindo o futuro da empresa, coordenar atividades específicas do seu núcleo, ampliar sua rede de contatos profissionais, entre outras atividades que contribuem para seu desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, o colaborador pode se inscrever em cursos e treinamentos com o investimento do CITi, contribuindo ainda mais para o crescimento profissional de seus membros. Participar da gestão de uma empresa de TI é certamente um diferencial para qualquer aluno na área de computação.

Após o Processo Seletivo CITi (PSC), os candidatos serão efetivados como trainees do CITi e participarão do PTC, o Programa Trainee do CITi, onde receberão treinamentos específicos para se familiarizarem com o cotidiano do ambiente empresarial.

Está interessado? Compareça no dia 15 de setembro na Palestra de Apresentação do PSC, às 18:00 no Auditório do CIn. Quer um diferencial a mais para a seleção? Acompanhe as notícias e textos sobre o CITi nesse blog. Estaremos postando artigos interessantes ou informações sobre o CITi e o PSC todos os dias.

Dúvidas? Mande email para: rh@citi.org.br

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Educação do Futuro – Projetos de Cultura Digital

foto_cultural“Os laboratórios de informática das escolas deveriam estar livres para jogos, sempre que não houvesse nada mais “sério” acontecendo por lá. O uso lúdico da rede não pode ser menosprezado, pois além de incentivar o uso de informática por todos, pode ser o celeiro de talentos que revelará programadores e engenheiros de computação (pois tudo na vida é computação, como já dissemos aqui…). É só ajudar os garotos e garotas em lógica e um pouco de linguagens de programação e dar-lhes tempo. O resto eles fazem.

Daí, é só deixar os laboratórios das escolas digitais abertos 24 horas por dia, mais sábados domingos e feriados, de tal forma que a comunidade deles se aproprie e ela mesma os proteja, como parte de sua própria infra-estrutura. As escolas, os alunos, seus pais, parentes e amigos deveriam ser o centro natural de uma política de inclusão digital de muito amplo espectro.

Procure e fomente a diversidade. Tanto nas soluções para as escolas como para o resto da infra-estrutura digital da sociedade. Em todo país, em muitos estados e cidades, dezenas, talvez centenas de soluções estão sendo testadas e usadas com variados graus de sucesso. Recursos públicos, doações empresariais, trabalho de organizações não-governamentais, “lan houses” da periferia, de muito baixo custo e preço (normalmente porque informais) estão “dando um jeito” no problema de inclusão digital, na escala que seus meios permitem, sem criar, no entanto, o impacto digital nacional em que a rede serviria de mecanismo amplo de inclusão social, cultural e, certamente, econômica.”

Fonte: Silvio Meira – http://www.cesar.edu.br/projeto_cultura.html

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MAX GEHRINGER

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“NÃO SEI”

MAX GEHRINGER


Se vc ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e alí… aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta:

– Será que vai chover hoje?

Se você responder “com certeza“…a sua área é Vendas:
– o pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa“… então a sua área é Marketing:
– o pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.

Se você responder “sim há uma boa probabilidade“…você é da área de Engenharia:
– o pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a resposta for “depende“…você nasceu para Recursos Humanos:
– uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder “ah, a meteorologia diz que não“…você é da área de Contabilidade:
– o pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.

Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas“:
– então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada
para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder “não sei” há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.
De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe.
Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

“Não sei”, é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e pré dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.
Parece simples, mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.
Por quê?
Eu sinceramente “não sei”.

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Internet pela Rede Elétrica

As empresas de energia já estão liberadas – com a devida regulação – para oferecerem internet pela tomada.
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira (25) a regulamentação para utilização da estrutura de energia elétrica para transmissão de dados.
As empresas de energia, porém, não poderão oferecer diretamente o serviço de internet. Terão duas opções: ou alugam a rede elétrica às operadoras de telecomunicações, ou criam subsidiárias para prestar o serviço.
Por isso, a implantação da internet pela rede elétrica ainda vai levar alguns meses, estipulados pela Aneel, até que sejam escolhidas as empresas de telecomunicações.
A tecnologia aprovada pela Aneel é conhecida como PLC, ou Power Line Communications, que permite vários tamanhos de banda – inclusive internet ultrarrápida. É a mesma tecnologia implantada pela Panasonic na cidade de Barreirinhas, no Maranhão, que tem conexão com velocidade de até 20 Mbps.
O uso da rede de energia elétrica, além de facilitar o acesso à internet em algumas regiões do País, também será mais econômico. A Aneel prevê que a receita obtida com o aluguel dos fios reduzirá as tarifas de eletricidade.
Segundo o texto aprovado pela Agência, a transmissão de dados não pode prejudicar o fornecimento de energia elétrica. Eventuais investimentos devem ser bancados pelas empresas de telecomunicações.
Em abril, a Agência Nacional de Telecomunicações aprovou o regulamento da tecnologia Broadband over Power Lines (BPL), que permite banda larga pela rede elétrica. A AES Eletropaulo (através da recém-criada Eletropaulo Telecom) já oferece o serviço nos bairros de Moema, Cerqueira Cesar e Pinheiros, na capital paulista.

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As empresas de energia já estão liberadas – com a devida regulação – para oferecerem internet pela tomada.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou na terça-feira (25) a regulamentação para utilização da estrutura de energia elétrica para transmissão de dados.

As empresas de energia, porém, não poderão oferecer diretamente o serviço de internet. Terão duas opções: ou alugam a rede elétrica às operadoras de telecomunicações, ou criam subsidiárias para prestar o serviço.

Por isso, a implantação da internet pela rede elétrica ainda vai levar alguns meses, estipulados pela Aneel, até que sejam escolhidas as empresas de telecomunicações.

A tecnologia aprovada pela Aneel é conhecida como PLC, ou Power Line Communications, que permite vários tamanhos de banda – inclusive internet ultrarrápida. É a mesma tecnologia implantada pela Panasonic na cidade de Barreirinhas, no Maranhão, que tem conexão com velocidade de até 20 Mbps.

O uso da rede de energia elétrica, além de facilitar o acesso à internet em algumas regiões do País, também será mais econômico. A Aneel prevê que a receita obtida com o aluguel dos fios reduzirá as tarifas de eletricidade.

Segundo o texto aprovado pela Agência, a transmissão de dados não pode prejudicar o fornecimento de energia elétrica. Eventuais investimentos devem ser bancados pelas empresas de telecomunicações.

Em abril, a Agência Nacional de Telecomunicações aprovou o regulamento da tecnologia Broadband over Power Lines (BPL), que permite banda larga pela rede elétrica. A AES Eletropaulo (através da recém-criada Eletropaulo Telecom) já oferece o serviço nos bairros de Moema, Cerqueira Cesar e Pinheiros, na capital paulista.

Fonte: http://blog.estadao.com.br/blog/link/?title=aneel_aprova_internet_via_rede_eletrica&more=1&c=1&tb=1&pb=1

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Silvio Meira toma posse no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República

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Nesta quinta-feira 27 de agosto, em Brasília, o Prof. Silvio Meira, Titular de Engenharia de Software do Centro de Informática da UFPE, Coordenador do INES (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Engenharia de Software) e Cientista-chefe do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), toma posse no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

O CDES (www.cdes.gov.br) é um órgão majoritariamente da sociedade civil, de caráter consultivo da Presidência da República, que tem o papel de colaborar na formação do juízo político do Governo, como instituição representativa da sociedade. Os membros do Conselho são designados por ato formal do Presidente da República, por dois anos, e o CDES inclui trabalhadores, empresários, movimentos sociais, governo e personalidades expressivas em diversos setores.

Silvio Meira é o primeiro membro titular do CDES que, acadêmico, é professor da área ampla de tecnologias da informação e comunicação. No CDES, o Prof. Silvio Meira dedicará seu tempo e esforço aos debates, propostas e projetos nas áreas de inovação, empreendedorismo e relacionamento empresa-universidade.

Fonte: Boletim de Notícias do CIn

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Sistemas de Informação visa Administração

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O curso de Bacharelado em Sistemas de Informação (BSI), do Centro de Informática (CIn), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), tem como objetivo fornecer uma formação sólida em Administração e Computação. Além de uma ampla formação em áreas relacionadas a Sistemas de Informação com ênfase na gestão das organizações e estudos humanísticos.

Dessa forma, o curso não possui um enfoque exclusivamente técnico, ele objetiva dar ao aluno uma visão abrangente do ambiente organizacional e da sociedade. Ele é direcionado para fornecer excelência acadêmica e garantir que o egresso adquira competências e habilidades para compreender as necessidades de um mundo em constante mudança onde os sistemas de informação assumem um papel central na sociedade atual.

Fonte: http://www.cin.ufpe.br/~si/sobre_si.html

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Ser empresário júnior é 1º passo para sua carreira como gestor

Brincar de ser empresário. Não, não é isso o que se faz em uma empresa júnior (EJ). Ninguém ali está de brincadeira, e esse tipo de corporação tampouco é uma simulação da empresa convencional. É uma empresa de verdade, só que com alunos de perfil empreendedor ocupando os variados cargos hierárquicos de uma companhia, orientados por professores que assinam projetos de verdade, dando consultoria para pequenos e microempresários do mundo real. Dali, podem sair grandes projetos, que levarão estudantes a tornarem-se grandes empresários em grandes empresas. Talvez muito mais do que um estágio poderia fazer, apesar da falta de remuneração.

“O lema do movimento é deixar de ganhar hoje para poder potencializar seu pagamento futuro”, explica Rafael Martines, presidente da Brasil Júnior, a confederação brasileira de empresas juniores. Essa história de trabalhar seis horas por dia e não ganhar nada incomoda alguns e até os impede de entrar no movimento. Mas a maioria que entra ou já esteve lá garante que vale a pena pensar a longo prazo. “Vários ex-empresários juniores que abriram suas próprias empresas ou que foram ser diretores e presidentes de grandes empresas, por saberem o quanto a passagem por ali influenciou suas carreiras, entram em contato com empresas juniores para solicitar trabalhos e parcerias”, diz Martinês. […]

Bárbara Semerene

Fonte e Texto na íntegra: http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=13437

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